Portugal aproveita órgãos de mortes em Cuidados Intensivos
Portugal alarga os critérios de colheita de órgãos e tecidos para transplantação. Passa a ser possível aproveitar órgãos de doentes que morram em Cuidados Intensivos, designadamente por morte cardio-respiratória. Anteriormente, apenas era permitido em casos de morte cerebral. A medida visa aumentar a disponibilidade de órgãos para transplante.
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