Mobilidade urbana não pode ser ferramenta de punição
Um artigo crítico argumenta que as políticas de mobilidade urbana penalizam injustamente os automobilistas sem oferecer alternativas viáveis. Critica restrições de trânsito, eliminação de estacionamento e limites de velocidade implementados antes de transportes públicos eficientes. Defende que estas medidas excluem idosos, pessoas com mobilidade reduzida e famílias com horários rígidos, para quem o carro é essencial.
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